
Meu amor e delícia, amiga e irmã
25 anos completamos hoje
de casamento, união, comunhão —
de imerecida entrega, suporte e abrigo

Meu amor e delícia, amiga e irmã
25 anos completamos hoje
de casamento, união, comunhão —
de imerecida entrega, suporte e abrigo
Liberar a alma do peso dos anos.
Esquecer-me e alegrar-me
com o som e com a cor — vislumbres do amor
Não peço que os tires do mundo, e sim que os guardes do mal. Eles não são do mundo, como também eu não sou (Jesus Cristo, João 17.15-16).

Carta à Igreja de Pérgamo (Ap 2.12-17)
[12] Ao anjo da igreja em Pérgamo escreve: Estas coisas diz aquele que tem a espada afiada de dois gumes: [13] Conheço o lugar em que habitas, onde está o trono de Satanás, e que conservas o meu nome e não negaste a minha fé, ainda nos dias de Antipas, minha testemunha, meu fiel, o qual foi morto entre vós, onde Satanás habita.
[14] Tenho, todavia, contra ti algumas coisas, pois que tens aí os que sustentam a doutrina de Balaão, o qual ensinava a Balaque a armar ciladas diante dos filhos de Israel para comerem coisas sacrificadas aos ídolos e praticarem a prostituição. [15] Outrossim, também tu tens os que da mesma forma sustentam a doutrina dos nicolaítas. [16] Portanto, arrepende-te; e, se não, venho a ti sem demora e contra eles pelejarei com a espada da minha boca.
[17] Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao vencedor, dar-lhe-ei do maná escondido, bem como lhe darei uma pedrinha branca, e sobre essa pedrinha escrito um nome novo, o qual ninguém conhece, exceto aquele que o recebe.
Pérgamo era uma cidade culta, eclética e de grande importância política por ser a capital do Império na Ásia Menor. Era o centro do culto ao Imperador no Oriente e ostentava “templos dedicados a Zeus, Atena, Dionísio e Esculápio” (ASHCRAFT, 1987, p. 313). Foi dali que surgiu o pergaminho como material de escrita, e a cidade possuía uma das “melhores bibliotecas da antiguidade” (RYRIE, 2007, p. 1250). Em suma, Pérgamo era um grande exemplo de ostentação da cultura e civilização modernas.
As revistas eclésia e Época publicaram, em 2003, entrevistas com Victor Orellana, pastor da Igreja Acalanto, em São Paulo e gay assumido. “Ser pastor e gay é uma experiência ímpar”, diz o ministro, argumentando que, segundo seu ponto de vista, não existem proibições bíblicas para a prática do homossexualismo, que é orientado biologicamente. Uma pessoa não escolhe ser homossexual, ela nasce homossexual. O desdobramento lógico de tais idéias é que o homossexualismo não pode ser condenado, pois não se trata de uma escolha moral.
A versão alfa do Encontro da Fé Reformada está no ar. Confiram em http://www.fereformada.com.br/. Sugestões são bem-vindas!