Várias igrejas têm considerado a possibilidade de desenvolver o ministério com grupos pequenos, familiares ou células. A explosão de movimentos tais como o G-12 e similares, porém, divide opiniões. O processo de implementação de grupos, relativamente simples em ajuntamentos cristãos independentes, é complexo em igrejas com culturas consolidadas. Seriam os grupos pequenos uma estratégica bíblica e viável ou trata-se de mero modismo?
Tenho refletido sobre algumas objeções levantadas nos meios cristãos tradicionais. Aqui listo seis destas objeções:
Analisemos cada uma dessas asserções.